Quem vive de passado é museu? No Paraná, os museus já vivem a era da digitalização

April 10, 2018

A necessidade de conservar os documentos longe da poeira, umidade e da ação do tempo tem feito com que empresas de diversos segmentos busquem na digitalização uma forma de preservar sua história.

 

 

Nos museus não poderia ser diferente. Como essas instituições são responsáveis justamente pela gestão e preservação da história, buscar nas tecnologias uma forma de melhorar esse trabalho é essencial.

 

A digitalização no Museu da Imagem e do Som do Paraná

 

O Museu da Imagem e do Som do Paraná, localizado no centro de Curitiba, guarda a memória da imprensa do estado em documentos em diversos formatos.

 

Lá, o trabalho da Documentalize foi o de digitalizar mais de 5 mil documentos históricos e iconográficos, em gramaturas diferentes e formatos variados, incluindo negativos e fotos históricas. Durante o processo, a empresa utilizou de profissionais com formação em museologia, arquivologia, biblioteconomia e gestão da informação, inclusive com certificação CDIA+, título que reconhece o profissional para coletar requisitos de negócios, analisar processos, recomendar, desenvolver soluções e planejar implementações de gerenciamento de documentos e imagens.

 

Guardar bem e para sempre

 

Outro exemplo, também em Curitiba, ajuda a recontar uma parte importante da história do Paraná. Na Sociedade Polono Brasileira Tadeusz Kosciusko, que guarda trechos da imigração polonesa no Brasil, foram digitalizados jornais e documentos históricos. Para realizar o processo, primeiro foi feita uma organização de todo o arquivo. Como resultado, entre os benefícios do projeto, estão a disponibilização das imagens para maior público, a facilidade no acesso aos documentos, além da criação de backup de segurança.

 

 

 

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